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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O CORPO HUMANO COMO CORPO ENERGÉTICO

A DINÂMICA DOS BIOFÓTONS 
NO CORPO HUMANO



Que  esta leitura seja  o   
  seu  reencontro  com  a  Luz.

             Desde o começo dos tempos, quando chegaram os primeiros instrutores para este Planeta, totalmente diferente do que é hoje, tal descida ao plano da matéria ficou conhecida como Crucificação.  O mundo visível só se possibilitou visível devido ao calor.  O espírito encantou-se pelas mais variadas temperaturas e o corpo físico daí resultou-se, tornando-se Calor Vital.
                 Não existe nenhuma diferença entre Luz  e Calor.  O Calor é Luz em repouso total e Luz é Calor através de movimento rápido. Tão logo o Espírito se enlaçou às temperaturas, ele foi combinando-as para modelar a hiperforma do corpo humano, convertendo-se em Calor onde organiza o material genético e novamente transforma-se em Luz (Fóton). É sob Símbolos Secretos que uma Verdade encontra-se oculta. Mesmo porque, o céu plantou no corpo humano um poderoso reservatório de energia psíquica.
                  A Biologia não amadureceu para compreender o Corpo Humano como um campo energético; não aceita que os processos vitais fisiológicos vão muito além da ortodoxa compreensão sobre a essência da vida.
Se o fóton, como unidade de luz, é a linguagem da vida, coube ao biofísico alemão Dr. Fritz Albert Popp provar cientificamente que as células de todos os seres vivos irradiam os biofótons. Irradiação é o mesmo que vibração.  Vibração  nunca é igual; ela respira pelos biofótons abrangendo todo o organismo humano. Ao pulsar (absorve luz solar e ao expandir faz irradiação) formaliza vibrações que estimulam acontecimentos bioquímicos no organismo.
            O entendimento agora é saber da existência de multiestruturas e processos acontecendo, a todos os momentos, dentro do organismo fotônico humano, direcionados para o campo eletromagnético terrestre. A eletricidade e o magnetismo estruturam e regulam o corpo humano. Os biofótons possibilitam o funcionamento das células (calor vitalidade), os pontos energéticos dos quais se servem os acupunturistas e de outras questões bioenergéticas como, por exemplo, freqüências e intensidades de campos análogos eletromagnéticos orgânicos humanos e animais, explicando o intercâmbio de ressonância. Se gostar de um cão, gato, plantas, cavalo, peixe, etc. com intensidade máxima, indo até a mínima e zero intercâmbio (rejeição).
  
              Dentro do organismo humano existe uma comunicação bioquímica. Células vivas irradiam gerando campos onde vontade, desejo, tensão, amor, ódio, transmitirão ligações baixas ou altas em outro organismo vivo. Toda uma população mundial de seres humanos doa-se e comporta-se em estruturas de sensibilidade de influências. Influências essas que podem equilibrar ou desequilibrar os biofótons. Do ponto de vista termodinâmico, o corpo energético humano apresenta inicialmente um sistema não equilibrado que carece de fortalecimento.
             É a sensibilidade abrangente bioquímica que vai influenciar-se ou não, e qual informação um corpo passa a captar na vibração de outro organismo humano emissor. Os efeitos somos nós que regulamentamos. Os distúrbios só agirão se o campo eletromagnético do corpo não apresentar reação contrária.
Existem peculiaridades no campo dos biofótons, como a capacidade do organismo se regular e enfrentar influências prejudiciais e perturbadoras.
                A manifestação psíquica do campo biofotônico pode ser aprendida para que o ser humano reaja ao ser esmagado por problemas, crises profundas, em determinados momentos de sua vida. O pensamento ocidental, todavia, parece só entender idéias novas quando estas se encaixam em modelos anteriores, para assim continuarem a ser melhor manipuladas. Cada ser humano pode e deve, através de um relacionamento responsável com os elementos de sua própria realidade pessoal, contribuir para o desenvolvimento de seus semelhantes. Onde nós colocamos nossa atenção é para onde a energia seguirá.
               É muito fácil para um ser humano se ajustar ao que a sociedade, em que escolheu viver, lhe determina. Embora suas leis esbocem uma disciplina e conduta, ela não educa corretamente. Quais são os alicerces da realidade humana, senão cercar-se de comodidades, luxos, conforto e poder social e financeiro? A sociedade tem incorrido em grave erro ao dar excessiva importância às carências físicas do ser humano e, em proporção desigual, trabalhar suas necessidades espirituais. Como, se a personalidade humana, toda a sua memória, forma de comportamento, idéias, fantasias, aptidões e tendências, são o resultado do íntimo relacionamento entre espírito  e  matéria?
No momento em que isso for compreendido, entendido e aceito (todas as angularidades e extremos das hipóteses biológicas e o modo errôneo de entender o corpo humano), cintilará no êxito da Biofísica de Sistemas Vivos o despertar espiritual e o amadurecimento do estado mental coletivo. Enquanto isso não acontece, a biologia tratará o entendimento e as conclusões sobre o ser humano de forma leviana; não poderá ------- simbolicamente -------- tentar iluminar uma casa grande com um simples palito de fósforo aceso.
         A base biológica da vida celular humana integra-se no espírito. A biologia necessita desarmar sua hostilidade e atitudes determinadas por antigos preconceitos, subestimando e intencionalmente ignorando toda uma vasta gama do universo energético humano. Necessário é que a próxima geração de biologistas, médicos e físicos localizem o fio da meada, a essa altura contorcido e enrolado, para que seja desembaraçado. Só assim, estas imensas lacunas serão preenchidas por conta de uma revisão eficazmente nova, onde cientistas escreverão sobre nós, seres humanos, com palavras de sabedoria, interpretando que originalmente somos constituídos energeticamente para uma profunda experiência e que a nossa vida, nossa existência, enquanto durar como um sistema vivo, é um fenômeno fascinante. Nisto jaz a segurança e a sobrevivência de uma raça; o conhecimento do lado espiritual tornando-se tão preciso e universal quanto o conhecimento do corpo físico. Posso ver o momento dessa transição do conhecimento deficiente, equivocado e preconceituoso, para um outro de conclusões plenas de sabedoria e valor, quando biólogos cientistas, desabrochando em pesquisas publicarem que a alma constrói, por assim dizer, um cérebro dentro de um cérebro, um corpo dentro de um corpo. Todo caráter, todo personagem, todo gosto, temperamento e harmonia aqui formados, lá serão seus.  Ao entrar lá, será você mesmo. Só levaremos para lá o que tivermos desenvolvido aqui. Se não tiver atingido nenhum nível mais alto, por mais rudimentar que seja, não aprendeu nada com o episódio da existência.
Temos que ser sábios no meio de uma confusão. Temos que ser corajosos quando estivermos com medo. É nesse momento que a famosa frase de John Donne faz científico sentido: “ Nenhum ser humano é uma ilha.” Assim como na dança da Deusa Shiva, estamos de modo contínuo criando e destruindo, criando e destruindo. O desigual da dança é que mensuramos tempo maior à destruição e, com arrogância, somos burocratas quanto à criação. Não é por acaso que proporcionamos uma modernidade eletrônica à sociedade, quando no nível das aspirações nos encontramos engajados numa civilização desgastada e degenerada. O novo paradigma a se incorporar é que transcendamos nossos conflitos, confrontos, política, ciência, religião, governabilidade rotulada por corrupção, e vulnerabilidade ideológica. Uma transformação social radical.
                  A mudança por ação de um paradigma fará com que todas as opiniões anteriores, traços de um quadro cotidiano onde o que se sabia hoje fazia parte do que se saberia amanhã, mudem definitivamente. A mudança refina e se integra permitindo à percepção construir seu próprio caráter através de uma sociedade sem alienações, sem a esquizofrenia do consumismo e sem as religiões que invertem mentalidade transcendente para alienação da condição humana. O início de um novo paradigma é a soma de todos os nossos dias sendo apenas o nosso começo. É a era de um mundo aberto, era de renovação onde, livres da preocupação com guerras estúpidas e ameaças atômicas, imbuídos da maturidade da Nova Era em se servindo da cultura magnética dos sábios Patriarcas, vivenciaremos a liberação dos átomos da Energia Espiritual.
             Quando saí de minha meditação, vim compreendendo um seqüencial de transcendentes mudanças. Vejo um quadro amplo pontilhado de eventos, modificações surgindo alterando velhas convicções, valores e indagações. Uma onda global cria um colapso no antigo modo alienado de vida.
Não coexistirá nada. Os expectadores finalistas entenderão a necessidade de uma modificação profunda nas pessoas, numa instituição, num governo de disfarces e nos que se faziam profissionais da Fé em Deus. Diante de tamanho quadro de título, um súbito momento negro em sua contrapartida na tragédia de um oportuno momento branco, sou um observador e, como tal, preciso recuar 3 passos atrás para perceber seu significado na totalidade. O quadro, visto assim, transcende explicações. Uma transformação que se anuncia mudando a face do mundo. Os incidentes que a mídia da TV mostra em ocasiões diversas de novos eventos tidos como insignificantes para alguns, dramáticos e preocupantes para outros, nada mais é que o realinhamento cultural, consciencial e espiritual da história. O redimensionamento da vida. Todos sendo destituídos simultaneamente. O ser humano não disporá de opções. A mudança não será um grande jogo onde, na disputa, se é a um só tempo jogador - carta – aposta.
O senso coletivo do destino coleta-se no paradigma para escavar um abismal buraco e lá depositar os que desafiaram a legitimidade e obstacularam as linhas de orientações eminentemente espirituais.
                      A vida que fazemos é aquilo que somos. Quando nos machucamos, pedimos auxilio. Mas, não só nos machucamos; ferimos impetuosamente nossas conexões com a alma e isolamos o corpo da disciplina do espírito. Com o passar das décadas, nosso corpo se torna uma autobiografia ambulante de doenças. Afetamos em profundidade todo o circuito corpo-mente. Nosso corpo, hoje, agora, sente a insistente lembrança da alma. O ciclo que se encontra interrompido, encontra-se machucado e pede auxilio. Nós esquecemos, mas não o corpo-mente, de que somos campos oscilantes dentro de campos maiores, padrões que se perpetuam em si mesmos. A mudança de paradigma não assume riscos, nem concilia conflitos. A mudança muda. Ela novamente nos vem oportunar a saber que espírito é matéria e matéria é o espírito no ponto mais inferior de sua atividade na habitação terrestre. Encerro com uma maravilhosa frase de Teilhard:

    O futuro estará nas mãos daqueles que, 
 espiritualmente,  podem  oferecer  
às  gerações  vindouras  razões,
 profundamente  válidas, de vida
 e esperanças.

Uma incontestável mudança, seguida de nova jornada, encontra-se em curso de colisão com o velho modelo de excelentes desempenhos econômico-financeiros e de fracassos, negligência e imperícia na relação  corpo – mente – espírito.
                      Antes de virar-me de costas para o quadro, percebo que estamos mudando não porque temos que mudar. A iminente transformação mundial que em breve passaremos é que espíritos de uma ordem superior nascem a cada novo paradigma.  Chegam para estabelecer uma boa ciência, transmitindo-a  em nova amplitude de freqüência.  E começaremos a nos dar conta ---- relembrar ---- melhor dizendo, do nosso destino comum: sermos mestres da reconstrução.
O ser humano atingirá seu estado de equilíbrio perfeito porque aprenderá a encarar a Luz Ofuscante.
Percebo, por fim, que a Luz se aproxima.   Que  Deus  a  apresse.  Aqui fico.

(Todos os Direitos Reservados)                                        
                                                                                       Shrî Vidyacharanasampanaananda
                                                                           

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